sábado, 13 de dezembro de 2008
A "Santa" Igreja também é CONTRA tudo
Postado por Thaíssa Vasconcelos às 08:23 1 comentários
terça-feira, 25 de novembro de 2008
BELAS “artes”
Acabei de assistir a um capítulo da nada favorita novela global, do horário dito "das oito", mas que de fato só se torna "novela das oito" em horário de verão e em estados que não adiantam os relógios. Uma cena em especial me prendeu aos capítulos seguintes, e me fez pensar sobre essa nova e bela geração de atores brasileiros.
Tratava-se do personagem interpretado pelo belo Cauã Reymond, o personagem descobria algo sobre sua vida, até então desconhecida e que teoricamente deixaria o personagem, ou quem quer que vivesse uma situação parecida bastante triste, enfurecido, confuso, e uma gama de sentimentos intensos misturados, acontece que o suposto ator, ao dar vida ao personagem simplesmente esqueceu que cara se faz em momentos tristes ou de extrema confusão, e ele fez aquela tão famosa cara de nada a qual os novos atores vem recorrendo.
A cena era intensamente plástica, não convenceu, como não vem convencendo a atuação da grande maioria dos modelos/atores (atrizes). Me parece que o critério de admissão de um ator não é saber se ele realmente é ator, ou tem talento, ou se pelo menos convence, nem que seja um pouquinho, não, o que interessa agora é se o sujeito aparece bem ai na sua casa, se ele é belo o suficiente para encher nossos olhos, mas o que de fato era para ele fazer, ele não dá conta.
Ou vocês vão me dizer que a não menos bela Fernanda Vasconcellos é uma boa atriz (¬¬) ? Péssima, eu passo mal até de vê-la em comerciais, o talento ali passou muitíssimo longe. É bem verdade que eu não conheço o trabalho de Cauã, mas a partir dessa cena ele já não me convence mais, nem fazendo uma bela interpretação.
Fiz algumas aulas de teatro, e mesmo poucas a gente fica mais atento às técnicas de interpretação, aos erros e grandes acertos, e eu aconselharia ao casal citado irem posar para fotografias. Como defendi anteriormente sobre empresas de material eletrônico, trago para cá também a idéia...cada um no seu nicho (e não me venham com comentários dizendo que é cada um no seu quadrado, por God!), cada um se ocupe daquilo que lhe compete e do que sabe fazer, e a humanidade será feliz para sempre!
Postado por Thaíssa Vasconcelos às 20:52 4 comentários
Marcadores: Comportamento, opinião, Televisão
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Aos acadêmicos
A minha entrada na Universidade me trouxe muitas alegrias, antes de tudo foi a realização de um sonho. Meu primeiro ano de Universidade foi uma vida meio sonho, parece que tudo estava muito bem, éramos uma turma muito unida, professores muito inteligentes e muito gente boa, vivia nessa fantasia, meio que ainda anestesiada pela alegria de ter entrado para o curso o qual sonhava. O segundo ano as coisas começaram a ficar mais complicadas, via que nem todo professor era assim tão inteligente, nem mesmo alguns daqueles que se escondiam atrás de um DOUTORADO no exterior, a turma já não era mais tão unida, e o sonho começou a virar realidade, e conseqüentemente vinha todos aqueles problemas da dura realidade, a convivência começa a pesar e a competição, mesmo que velada, a cada dia mais acentuada. No segundo ano comecei a perceber que existia alguns colegas que usavam de artifícios e atalhos para se darem bem, e esse artifício era: Bajular o professor! Desde o começo acha esse artifício um tanto quanto vil, e sempre assumi a postura de: "Não vou bajular ninguém, vou crescer pelo caminho mais longo, mas com meu esforço, não preciso de ninguém, eu sou capaz", e passei o segundo ano todo com essa teoria do eu sou capaz! Sim, em termos de notas meu histórico escolar é de dar inveja, onde o nível de aprendizado ele é congruente com o número lá do papel, mas eu tenho percebido, agora no terceiro ano, que aqueles que mais bajulam o professor, mesmo não tendo o currículo tão bonito quanto o meu, são as pessoas que estão alçando vôos, e ai, minha ficha caiu. Sim caros leitores, minha ficha caiu, e talvez tarde demais. A academia não passa de um jogo, um jogo de interesses. Certo, como eu você é capaz de se dar bem estudando sem precisar bajular o professor, claro, você se dará bem, mas não acontecerá muita coisa além de notas azuis cintilantes no seu currículo. Se você quer publicações, trabalhos,bolsas, não basta ser um gêniozinho em potencial não, você tem que cair nas graças do professor, que na maioria das vezes, adora uma babação de ovo. Me parece que os professores andam muito carentes, precisando de um estudante interesseiro do lado para dizer que ele é muito inteligente, para elogiar seus artigos, sua roupa, para trazer flores no seu aniversário. E eu caros amigos que achava que seria uma acadêmica brilhante, perco hoje minhas esperanças, já que eu não tenho sequer paciência de estar na cola de um professor, muitas vezes elogiando-o com mentiras, dizendo coisas bonitas dele que na verdade eu não acho, e mesmo que ache, acho a bajulação uma coisa muito humilhante, e que eu não gosto de receber e muito menos de fazer. Entretanto aprendi outra técnica além da bajulação, você deve desenvolver uma duríssima cara de pau, claro, a bajulação necessita da cara de pau para acontecer como deve,mas felizmente a cara de pau não necessita tão fortemente da bajulação e esta eu desenvolvi ao longo deste terceiro ano. No começo eu ia de encontro com o professor quando não concordava com ele, argumentava, brigava, batia a cabeça, fazia o maior escarcéu, onde inclusive cortei relações com um professor. Hoje não, se o professor fez algo errado, e ele não gosta de mim, eu finjo que não vi. Se ele não gosta de mim eu sinto isso, mas preciso dele, continuo contando com ele. Outro dia uma professora ao ligar para mim sete vezes dentro de cinco minutos, na última ligação ela fala aquilo que eu já suspeitava: "Eu hoje estou te perturbando demais, mas não tem nada não,você também vive me perturbando". E de fato, ela jogou isso para ver se "eu me toco", e paro de tentar me aperfeiçoar contando com a ajuda dela, e o que eu fiz? Fingi simplesmente que não entendi o que ela disse...e assim vou levando... Pois é amigo, isso tudo é um grande jogo!
Postado por Thaíssa Vasconcelos às 10:09 4 comentários
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Se Deus é por Veneziano, quem será contra ele???
Pois bem, na cidade que eu moro, mas não na cidade que eu voto, um candidato, o atual prefeito da cidade se utiliza do meio de convencimento que eu acho o mais baixo...o aspecto religioso.
O candidato fala de suas propostas, do que fez, do que deixou de fazer, e no final de cada discurso, o "Cabeludo", como é vulgarmente conhecido diz: "Que Deus continue nos abençoando." O que é que fica no imaginário das pessoas??? Até mesmo deixa um resquício da idéia até nos mais esclarecidos...meio que como mensagem subliminar "Deus está do lado dos caracóis do prefeito"... e que coisa mais feia!!!
O pior é que as pessoas, pelo menos as mais ligadas a essa religiosidade vota nele... E eu pergunto: "Se Deus é por Veneziano, quem será contra ele???"
Postado por Thaíssa Vasconcelos às 08:40 5 comentários
sábado, 13 de setembro de 2008
E Deus não é perfeito
Discutia sobre o quão admiro aqueles que assumem sua questão sexual, que não é motivo para se ter vergonha, apesar do grande preconceito que paira sobre o termo, falava ainda sobre a questão genética existente no que muitos no senso comum vêem como mera escolha, por verem talvez um homossexual como aquele que quer ir contra aos "bons costumes", desafiando até o próprio Criador.
Esse amigo, depois que expus minha opinião diz: "Mas a Bíblia condena a prática homossexual". E já que eu não conheço a Bíblia tão a fundo disse: "Não pode ser", e ele tenta me convencer que sim, o falado Livro Sagrado condena o amor entre dois homens, ou duas mulheres, o Livro sagrado condena o sentimento mais louvável do mundo! Então questiono eu, esse livro é uma farsa, ele não é sagrado.
Ele contiua a dizer que Deus também condena esse comportamento, mas se pararmos para pensar, não se trata de um filho de Deus rebelde, não...trata-se de uma pessoa que simplesmente não sente-se atraido por alguém do sexo oposto, levando-se em contao aspecto genético, hereditário. Se Deus condena o comportamento daqueles que já nasceram assim, então, Deus não é perfeito, já que "criou" ele o "ser imperfeito".
Postado por Thaíssa Vasconcelos às 11:05 3 comentários
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Carentes profissionais
Em um post anterior, apresento-me como uma criatura fóbica, pois é, tenho um pavor intenso de cães, e como todo bom fóbico, esse medo não tem explicação lógica nenhuma, simplesmente a ansiedade é intensa, e o medo é imenso, e não se faz mais necessário mais discussão. Não houve um trauma [pelo menos não que eu lembre], mas a fobia existe e acho falta de respeito neguinho vir questionar isto, ou você acha que eu acho bonitinho tremer feito vara verde só de ver um "inofensivo" poodle??? Não, não acho bonito e me envergonho disto, mas passo mal só de pensar neles.
Fazendo então referência a outro texto publicado no Solteiras Futebol Clube, em que eu fiz a observação que, com a tamanha carência e solidão à qual se encontra as pessoas do tempo em que chamamos de Pós moderno, os felinos não são mais companhia das senhoras que não arranjaram casamento, não! Hoje, os animais é o que anda fazendo companhia para nós, ilustres solitários. Me parece que a internet não está mais suprindo essa falta de conversa, de carinho, e cada vez mais as pessoas aderem aos seres irracionais, cães, gatos, papagaios, coelhos [...].
Até ai tudo bem, mas isso me incomoda quando as pessoas acreditam de fato que o tal cão é gente, gente como eu, ai é demais. Que fique cada um com sua "loucura" dentro de casa, trate seu bicho como ser humano nos muros de sua casa, mas daí passear com eles por todo lugar: restaurantes, supermercados etc, e ainda mais sem coleira, ai é demais. E quem não gosta de bicho? E quem é fóbico?? Não basta somente você chegar e dizer que o bicho não morde, não é essa a questão.
Eu não gosto quando estou em um lugar de pessoas e apareceuma madame perua com um cachorro tão afrescalhado quanto, mas quando este estava com coleira, até que dava para aceitar, só que eles estão tão humanos, que não é justo colocar coleiras nessas "gracinhas", mas eu não acho justo. Ok, passei com seu cão solto no meio da rua, mas em outros estabelecimentos privados eu acho o cúmulo, o que além de tudo é falta de educação.
Estava hoje em uma lanchonete, e chega uma babaca com seu cão, solto, e eu como sempre, fiz o escândalo.Saí e fui ao supermercado, quando vejo o latido, do cão da mesma lerda, vi os donos do supermercado com cara feia, e simplesmente não entrei no supermercado. Outra vez foi em um restaurante, entrou uma mulher com um cachorrinho que correu justamente para baixo da minha mesa, e eu fiz novamente um escândalo, pedindo para tirarem aquela coisa horrorosa de perto de mim, e saí do restaurante, dizendo que ali não era ambiente para cachorro está circulando.
Não se trata nem dos fóbicos só, mas as pessoas em geral [ditas normais], não é todo mundo que está sentado em uma mesa de um restaurante que acha uma gracinha ser lambido pelo primeiro poodle afrescalhado que aparecer. Não é todo mundo que gosta de estar no supermercado e um cãozinho pular em cima de você para brincar.
Ahhh...Dá licença!
[Fotografia de Diogo Martins]
Postado por Thaíssa Vasconcelos às 17:38 3 comentários
Marcadores: Comportamento, opinião
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Os coronéis de antigamente
Em pleno século XXI, a grande massa, e a maioria dos nossos políticos, candidatos hoje aos cargos de prefeitos e vereadores são seres lá da década de 30. São eles os coronéis de nossa época.
Vou me deter à analise da minha cidade interiorana, e da cidade que resido hoje, uma cidade de médio porte. Na primeira a presença desses personagens é bem mais clara, escrachada, e o engraçado é que as massas são extremamente míopes sobre a situação. Durante anos, nesta cidade, três homens (três coronéis) lutavam pelo poder, e sempre os três, dois deles mais autoritários e ditadores como eram os coronéis, e o terceiro sempre lutou por uma visão de fato mais democrática, politizada, e talvez por isso ele nunca ganhou as eleições, pelo fato de ser honesto, e o que as massas de fato querem é uma ajudinha no cimento, uma promessa de emprego, nem que este seja emprego fantasma, e ilusões alegóricas.
As pessoas, em sua grande maioria não se dão conta para o que seja a política de fato, e poucos tem esse pensamento amadurecido. Acontece que, depois de longos anos, este terceiro candidato que citei "cansou de perder" e resolver dar lugar para novos nomes, para quebrar aquela hegemonia que perdurava durante anos, atitude esta em minha opinião louvável, mas como era de se esperar, já que este de fato se perocupava com a melhoria das condições da cidade, digo nem preocupado com o povo, pois isso parece de longe muita demagogia, mas preocupado com o progresso da sua cidade natal.
Um outro, destes três, rompe com o priemiro, e resolve também apoiar a mudança. O primeiro não, ainda está naquele mesmo lenga-lenga de sempre. Temos hoje, um candidato de cara nova, de propostas inovadoras, e sem promessas, um candidato que sem demagogia abre mão de seu salário de prefeito [registrado já em cartório], a fim de utilizar este dinheiro poupado para a cidadde, que hoje encontra-se em fracasso absoluto, atolada em dívidas sem ter recurso sequer para calçar as ruas, isto porque o candidato possui outra fonte de renda, que seria então superior ao salário de prefeito. Enquanto que do outro lado, tudo continua o mesmo. Candidatos que respondem por dezenas de processos de crimes eleitorais, desvios de verbas, o que resultaria em uma quantia de 6 milhões de reais, situação esta que quase chegou ao ponto de, por dívidas com a companhia de energia elétrica, esta ameaçar cortar a energia das ruas da cidade e dos prédios municipais, mas como o candidato enchia o povo de festa e farra, estes anda hoje aclamam tal coronel, só para deixar-nos ofuscados pela luz dos fogos de artifício. Cabe destacar que este homem é hoje um candidato cassado, até o ano de 2012, e hoje, a candidata é sua esposa.
O tal novo candidato propõe um debate para que os dois, cara a cara, façam suas propostas, fazam perguntas um ao outro e possam responder diante da população, mas a candidata se nega. Isto porque o candidato é vereador a anos, e durante anos denunciou crimes que muitas vezes não foram divugados, e a candidata não quer trazer isso a tona, nem muito menos, quer ter o problema de ele lhe propor a renúncia de salário, já que esta, diferente do primeiro não possui outra fonte de renda.
A candidata não tem proposta nenhuma [E não pensem que digo isto porque irei votar no outro, não, decidi isto depois da resistência aos debates e a falta de propostas da candidata], e move uma multidão apenas pela paixão da massa, pelo medo de alguns que já sofreram na pele a perseguição política.
As pessoas de minha cidade votam porque gostam de partido a ou partido b, porque devem um favor ao Dr. fulano de tal, porque teme a mão de ferro destes que estiveram no poder. Ninguém pensa que voto é coisa séria, e que ele pode mudar completamente a qualidade de vida de um povo. É lamentável.
Postado por Thaíssa Vasconcelos às 17:39 1 comentários



